O vinagre é tão antigo na história, assim como o vinho. A palavra vinagre, vem do francês “vinaigre”, tendo em seu significado: “vinho azedo”. Quando o vinho não é condicionado como deveria, absorve o oxigênio que por sua vez possibilita a reprodução de leveduras e bactérias, então gera o ácido que dá um gosto picante. A fabricação do vinagre possui duas alterações bioquímicas: a fermentação alcoólica de carboidrato e a oxidação do álcool até o ácido acético.

A porcentagem de álcool é ajustada de 10 a 13%, onde é exposta a bactérias do ácido acético, que por sua vez oxida a solução alcoólica até gerar o vinagre na concentração que se deseja chegar. Existem dois tipos de vinagres fabricados, de acordo com o tipo de substância usada na fermentação alcoólica: suco de frutas e xaropes com amiláceos hidrosilados.

Na verdade o vinagre é um tipo de contaminante indesejável na produção de vinhos, embora sempre tenha sido usado na culinária. Se trata de uma solução de ácido acético de 4 a 6%, esse ácido contém substâncias corrosivas, onde sua concentração é de ácido acético glacial, ou, ácido em sua composição pura, sem diluição. Uma dose de 20ml seria letal para o corpo humano. É uma substância derivada da indústria química, mas como é reproduzido em reações de vinho em fabricação de escala orgânica, é então usado em baixa concentração na culinária.

Os efeitos do vinagre na digestão:

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