Mais uma vez estudos mostram o perigo que as carnes de origem animal representam para a saúde de quem as consome. A situação se agrava ainda mais quando observamos a trajetória de vida dos que utilizam as opções processadas. Salsicha, presunto e bacon são as mais conhecidas, mas existem muitas outras que podem favorecer o aparecimento de doenças.

Para verificar de forma mais clara o real tamanho do problema, pesquisadores acompanharam pessoas de dez países europeus durante uma média de 13 anos. Todos os participantes tinham um perfil de pessoas que consumia diversos tipos de carnes processadas, sem muita moderação.

O resultado não poderia ser outro: uma em cada 17 pessoas acompanhadas no estudo morreu. Os cientistas relacionaram as mortes diretamente aos hábitos condenados dos cidadãos. Os problemas mais frequentes diagnosticados nos envolvidos foram doenças cardiovasculares, câncer e mortes precoces. Outro dado surpreendente é o de que mesmo levando em consideração alguns fatores de risco, as carnes processadas ainda assim foram consideradas perigosas.

Só para se ter uma noção do problema, Sabine Rohrmann, da Universidade de Zurique e uma das autoras do estudo, concluiu que se cada participante consumisse no máximo 20g de carnes processadas por dia, 3% das mortes precoces poderiam ser evitadas.

Por esses e outros motivos que a Superbom aconselha que a utilização da carne seja extirpada ou, ao menos, evitada ao máximo da dieta de quem pretende viver um pouquinho mais. Conheça a nossa linha de carnes vegetais e desfrute do melhor da vida de forma saudável ao lado de quem você ama.

Fonte: BBC Brasil