Pode parecer exagero, mas a forma como o nosso cérebro e o corpo em geral lida com o açúcar é muito parecida com a que organismos de usuários de diversas drogas (inclusive as pesadas) se comportam com relação à dependência da substância. Cientistas atrelam isso a capacidade que os doces têm de nos trazer uma sensação maior de bem-estar e felicidade. A questão é que somos programados a gostar de doces, pois o leite materno é bastante adocicado, isso faz com que cresçamos com aquele desejo constante de consumir guloseimas.

Especialistas afirmar que essa “necessidade” se dá, pois, quando estamos comendo produtos açucarados, o cérebro libera opioides, substâncias naturais que dão a sensação de imenso prazer, fazendo com que o cérebro peça e queira cada vez mais açúcar (e é aí que mora o perigo). O mais impressionante que os cientistas descobriram é que as áreas do cérebro ativadas pela “doce compulsão” são as mesmas afetadas em viciados em drogas como a heroína e morfina.

Pesquisadores das universidades de Princeton e Minnesota fizeram uma pesquisa com camundongos que mostrava o vício em açúcar como um fator que leva à compulsão e também à síndrome de abstinência. Para se ter uma noção, imagens cerebrais mostraram que a reações do órgão quando vemos um sorvete é a mesma sensação de prazer que um viciado tem ao encontrar um cachimbo de crack.

Sabemos sobre os inúmeros malefícios do consumo desenfreado do açúcar em nosso corpo, portanto se viciar nesse mal pode significar um perigo à saúde. Claro que uma vez ou outra ainda passa… o problema é quando nos tornamos dependentes. Se você gosta muito de doces, mas se preocupa com a saúde, dê uma passadinha no site da Superbom e conheça produtos apetitosos e isenção completa ou baixíssimos teores de açúcares em suas composições.  

Fonte: Terra Saúde